POEMA QUE VENTA À BERTA

Altair de Oliveira

Eu na lenta taberna aguënto a menta
Tento o quatro, tonto de aguardente...
E na porta sebenta adentra a Berta
Que incerta se senta "PERNABERTA"
E pela benta saia  "DESCOBERTA"
O meu olhar aperta, mira e entra.
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