LARGANDO DA ORDEM
(como se eu fosse Marilda Confortin)
por ELIAN WOIDELO
Elian e Ivo

Largo larga de mim
Mas sou um amante chato
Sempre corro atrás
Nos bebedouros
No cavalo que baba a palavra
Santa da fé proibida
Oculto é meu olhar
Neste dia frio
Em cujas sombras tomam meu ser
Meu não ser
Meu vencer
Me vê mais um por favor?
O meu dia ainda é pedindo piedade aos
pombos que vagueiam a procura da
verdade.
Verdade é erro é engano
É aquilo que faz química em meu
coração curitibano


Esse poema faz parte de um livro do Elian, um jovem  jornalista de vinte e poucos anos, que escreve poesia, prosa, canta, toca, fala 4 idiomas, tem muita pressa de viver e recita poesias por aí, comigo ou sem migo, mas sempre meu amigo. Te cuida, querido Elian.
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