Às vezes, penso que não devo escrever mais nada. Escrever pra quê, se não consigo me expressar como gostaria? Escrever pra quem? Pra quê? Porque não posso simplesmente consumir o que os gênios produzem e me manter calada?


Esse estado de silêncio me abate sempre que me deparo com algo tão espetacular como o Bolero de Ravel, na última cena do filme Retratos da Vida. Foi ontem, sem querer me deparei com esse vídeo no youtube e resolvi assistir para matar a saudade do filme. Pronto! Revi trezentas vezes até me sentir muda, surda e cega para o resto do mundo. A poesia não precisa de palavras pra se traduzir.

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