Poetrix


Feira de livros em Santa Cruz
 

Manhã setembrina.
Abelhas volteando sobre meu livros.
Será que sai mel?
 (Anair Weirich)

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Na Feira de Santa Cruz

Enxame de leitores.
Poesia poliniza.
Poesia polemiza.

 (Marilda Confortin)

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Abelha no livro
O zangão anda zangado
Colméia sem bóia.

Abelhas nos livros
Faltam flores na floresta
Consciência morta.
  (Vilmar Daufenbach) 


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Essas foram algumas das brincadeiras escritas nesse final de semana com poetas chapecoeneses. Anair, prima, na feira do Livro em Santa Cruz, teve seus livros atacados por abelhas enquanto travava uma conversa sobre o Poetrix com um escritor local. E Vilmar, diz que não sabe escrever poetrix por isso criou um novo gênero chamado Poetrima que terá a seguinte regra: Serão três versos, sendo: O primeiro com seis sílabas poéticas, o segundo com oito e o terceiro com seis, rimando com o primeiro ou com o segundo. Obrigatoriamente terá de um deles falar em concreto, asfalto, plástico ou do gênero. Complicou, Vilmar...  

Na terra de Condá
os postes nascem de sementes.
Árvore cá não dá.
(Vilmar Daufenbach)

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Vil Mar

Zangão não faz mais mel.
Só poesia concreta,
ferroada e fel.
(Marilda Confortin) 
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